Vírgulas, não separam apenas palavras, vidas também. Não gosto delas.
Entrego-me aos sentimentos, valho-me dos pensamentos que levam-me pra perto de ti.
Viajo pelo tempo à força do vento, recuso disfarces. Encorajados pela força de seu olhar penetrante que mesmo quando estás longe, te encontra.
Não é a distância que me faz sentir saudades. Aliás, tu estiveste aqui, e sempre estará.
A impressão que tenho é que sonhava e acordei no ápice do sono. Mesmo hoje, tanto tempo depois não durmo direito.
Dia desses senti tanto sua falta que inventei uma maneira de completar o sonho, dormindo acordado. Mas no final sempre faltava uma cena. Hoje, apesar disso, minhas noites são mais alegres, acostumei-me a ir pra cama mais cedo pra ficar mais tempo contigo.
O sonho de ontem parecia o mais real de todos: vestia roupas coloridas, rosas prendiam seus cabelos e seus olhos brilhavam muito, correndo em minha direção parecia ansiosa para me contar alguma coisa importante.
Agora ao me preparar para fechar os olhos e finalmente inventar um final feliz para nossa história, a experiência me permitiu concluir que dormindo ou acordado a saudade era sempre a mesma, que por mais claro que fosse meus sentimentos o importante de tudo era nunca deixar de demonstrar o que sinto, mesmo que a resposta para meus sentimentos fossem as que eu menos esperava.
Uma oportunidade de conhecer a Amazônia, o Acre e seu povo. Esse espaço é também de entretenimento, aventura, curiosidades e descobertas da maior biodiversidade do planeta.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Fonte segura de paz
Quantos tropeços maquiado de fraco sofri, quantas muletas alugadas ocupei até descobrir que minha luta é contra quem não sou.
Aqui fora o mundo é estranho, desorientado e louco, a ponto de levantar dúvidas sobre onde vou chegar.
Não se pode deixar de levar em conta as contestações, mesmo dos inescrupulosos que levantam argumentos fundamentados em areia fina, que vivem sem limites de comportamento e hábitos.
Retardo o quanto posso os rótulos, me encorajo na força que conheço de perto alegando apego orientado, ouvindo atentos reclames fortalecendo meu interior abatido sem abrir mão do que mais quero. Um lugar seguro me aguarda e não é aqui.
domingo, 2 de maio de 2010
Filho do homem
Em minhas férias em Porto Seguro, aproveitei também para recarregar as energias espirituais participando do 11º congresso do MIR. Lá a música que mais vezes ouvi tem também um sentido de reconhecimento ao que Deus fez por nós, seus filhos. Filho do homem é 10ª música do CD UM NOVO BRASIL, interpretada pelo Pastor Gilmar Brito. Tem uma letra tão marcante que resolvi mostrar aqui, leia.
Eu não mereço tanto amor
Eu não sou digno do seu perdão
A dor que passou meu rei e meu senhor
Sempre o adorarei com amor
Filho do homem me libertou verdadeiramente, verdadeiramente.
Posso erguer minhas mãos aos céus
Levantar a minha voz e adorar
Levantar a minha voz e exaltar
Levantar a minha voz só pra dizer livre eu sou
Filho do homem me libertou verdadeiramente, verdadeiramente.
Posso erguer minhas mãos aos céus
Levantar a minha voz e adorar
Levantar a minha voz e exaltar
Levantar a minha voz só pra dizer livre eu sou
Pra te adorar
Pra te adorar
Pra te adorar
Pra te adorar
Eu sou livre
Eu sou livre
Pra te adorar
Pra te adorar
Pra te adorar
Pra te adorar
Eu sou livre
Sou livre
Eu não mereço tanto amor
Eu não sou digno do seu perdão
A dor que passou meu rei e meu senhor
Sempre o adorarei com amor
Filho do homem me libertou verdadeiramente, verdadeiramente.
Posso erguer minhas mãos aos céus
Levantar a minha voz e adorar
Levantar a minha voz e exaltar
Levantar a minha voz só pra dizer livre eu sou
Filho do homem me libertou verdadeiramente, verdadeiramente.
Posso erguer minhas mãos aos céus
Levantar a minha voz e adorar
Levantar a minha voz e exaltar
Levantar a minha voz só pra dizer livre eu sou
Pra te adorar
Pra te adorar
Pra te adorar
Pra te adorar
Eu sou livre
Eu sou livre
Pra te adorar
Pra te adorar
Pra te adorar
Pra te adorar
Eu sou livre
Sou livre
segunda-feira, 26 de abril de 2010
No dia 26 de abril de 1500, foi celebrada pelo frei Henrique Soares, de Coimbra, a Primeira Missa no Brasil. A cidade tem um povo simples e acolhedor.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Férias
domingo, 4 de abril de 2010
Dormindo acordado
Meu raiar acostumou-se em basicamente em três coisas: acordar, senti-la e fechar os olhos.É o som de sua voz que me acorda, ouço inicialmente distante, mas depois vai ecoando até chegar ao tom carinhoso... Acorda!
Às vezes durmo tarde pensando no amanhecer sentindo-a quente, remexendo vem chagando e quando olho já está aqui, se aproxima como onda em mar calmo querendo remelexo como se ontem não houvesse tido.
De olhos fechados reconheço seu cheiro de amor contemplado.
Desatando nós impregnados julgo-me desprovido de rancores sujeitando-me ao que sinto admitindo o que fui. A cada dia conquistas de mim.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Lá pelas bandas distantes em lugar reconhecidamente elegante, onde o vento é sempre refrescante movida pela força de gente como a gente.Terra de fazedores homens trabalhadores, autores e cantadores que fazem do dia-a-dia um ponto perfeito pra cantar encantar e amar muita gente.
Se pudesse escolher escolheria você. Quem sabe dia desses durmo acordo e sem pestanejar olho pro lado e quem vejo? Você.
Terra cheia de lombadas, águas por todos os lados casas amontoadas e bem arrumadas.
Ruas de barro, varandas empoeiradas, redes enroladas, plantas pregadas em janelas que nunca se fecham.
Pipas daqui bicicletas dali, rolimã descendo e um menino chorando tomando de mim a vontade de ser hoje o que ontem não tive, sou criança grande.
Permito-me apreciar a praça, bancos feito de paus, encostos de pedras e mesa redonda onde jogo xadrez, dama, baralho e porrinha.
O tempo passa nem percebo as cores. Agora sim as vejo - Azul verde e um tom branco realça sem medida meu retrato de fim de tarde.
Uma cor me chama atenção! Vai para um lado e outro, corre, mostra os dentes, grita, chora, pedi, entrega e por ultimo sorri, é gente, é menino. Cor de rio, de sol, de barro, lama, é menino.
Lá vem o “Manel”, “Toín” e Zé do Côco e empurrando o carrinho um baixinho gritando olha a chicória fresquinha olha a pimenta... Que saudade de você, Dozinha, gente boa.
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UMA VIDA ACRIANA
Quem sou eu
- Kennedy Santos
- Rio Branco, Acre, Brazil
- Repórter Cinematográfico, acreano com muito orgulho, filho de produtores rurais, o mais velho de sete filhos, quando criança, alimentado com farinha d água, abóbora e leite de castanha.